terça-feira, 12 de junho de 2012

Opiniões

São palavras soltas que as pessoas libertam no nosso respirado e ouvido ar.
Ninguém as quer mas, todos a desejam.
A verdade não é para ser dita mas sim, para ser falada. Muita humanidade não compreende o que aqui digo: a frontalidade é o forte dos problemáticos, dos não intelectuais; se não são os problemáticos, são os inteligentes que conseguem usar a tão predilecta frontalidade como arma contra os crentes, não de Deus mas sim, dos que crêem ser os melhores e únicos naquilo que fazem.

Quem é quem?

Uma pergunta usada com frequência em certas e determinadas ocasiões.
Eu, sou Francisco, um jovem que tem uma vida normal, com uma rotina normal que, "é um fora da lei" por tentar implementar o impossível na cabeça dos meu amigos mais chegados.
Esta minha apresentação é um pouco ao quanto monótona; como tudo na vida, penso. Repetindo o que para poucas pessoas já disse:
A monotonía é o nosso dia-a-dia. É a nossa rotina. São os nossos amigos. São os nossos movimentos efémeros, que se tornam longos se, os juntarmos (dando assim uma eternidade inacabada).
Falo da nossa rotina de uma forma aberta. Ninguém consegue esconder nada de ninguém, mesmo querendo. Até eu tenho os mais profundos segredos, no entanto alguém sabe. Até eu tenho os meus predilectos sonhos, porém alguém de quem eu nunca ouvi falar os conhece. O mesmo acontece com a rotina de todos nós; é monótona; é a não-hierarquia perfeita.